Muito tempo atrás, em 2002, havia um jovem político no DF que era candidato ao governo, mas amargava a lanterna perto de grandes tubarões como Roriz, Arruda e o Magela (quando ainda conseguia ganhar algumas coisas). Por anos, alguns dos citados detonaram a cidade e atacaram a honra um do outro para serem aliados depois de maneira misteriosa e sombria (Arruda e Roriz).
Mas o lanterna não deve ter medo.

As batalhas entre Roriz e Arruda eram épicas. Depois eles formariam uma Liga d Injustiça, mesmo depois de Arruda dizer que não deveríamos votar em Roriz nunca mais (acho que ele nunca se preocupou em guardar as entrevistas que dava pro Correio Brasiliense).

Mas Roriz e Arruda estavam nas trevas, e o novo governador, o herói das 13 promessas estava em uma difícil situação, mas acreditava, sabe-se lá por qual motivo, que ele seria reeleito. O antigo lanterna procurou trabalhadores lutando por aumento em acampamentos e enganou muita gente (eu já conheço o falso partido socialista dele e não engulo suas trapaças). Seu adversário era um tal de Frejat, cantando uma musiquinha de passagem de ônibus por 1 real (louco para comer o bolo feito com o leite das tetas do Estado)

As piadas sobre demitir o Agnelo eram mais ou menos assim:

O antigo lanterna, patinho feio, venceu!Mas...ele criou dentes para morder.
Os Sindicatos, representados pelo Golum (aquele monstro de barro invocado por judeus que é perigoso ao mesmo tempo que benéfico), resolveu chamar a galera...
Uma parte da galera, sempre pronta pra briga, concordando ou não com o Sindicato, mas acatando as decisões da Assembleia vestiu suas camisetas pretas com símbolos contra o calote para batalhar.

Os capas vermelhos para muitos...seriam a polícia. Mas os policiais são familiares e conhecidos nossos. Já a galera do Judiciário que declarou a greve ilegal...tem alguma coisa muita estranha com o nosso Judiciário.
A greve precisa de força, então os piquetes visitam as escolas para descobrir qual a razão de alguns professores continuarem trabalhando ao invés de lutar por seus direitos. As respostas costumam variar:
O faraó convocou seus quatro cavaleiros do Apocalipse, selecionados entre o partido e alguns vira-casacas da Câmara dos Deputados para utilizar dinheiro da aposentadoria para pagar salários. O servidor está pagando o próprio salário. Não é escravidão. Não é feudalismo. É algum novo sistema econômico bizarro!

Alguns jornais que não estão muito preocupados com os fatos e comentam um bando de baboseiras começaram a filmar e fazer os cortes para seus próprios objetivos...o de levar uma notícia que dê audiência cheia de comentários idiotas e sem fundamentos...(Outros nem tanto. Um jornalista da Record perguntou se podemos adiar nossos compromisso também e pagar as contas só quando tivermos interesse)...

Sobre as contas do GDF e a estranha defesa de que não tem recursos...o patinho virou um comediante. Cheio de informações que não tem sustento após a análise dos fatos.

Mas o superávit é considerável.
Eu tenho a impressão que a mensagem é esta:

Será que existe negociação real? Ou apenas um plano de sucatear o serviço público e privatizar tudo para os coleguinhas empresários daqueles que estão no poder?